quarta-feira, janeiro 21, 2009

Esperamça; sim, mas sem exageros

Tal como no desporto, prognósticos só se fazem no fim dos jogos, depois de bem conhecidos os resultados de cada partida. Assim também sucede com o que penso sobre a tomada de posse do "novo" Presidente dos Estados Unidos da América do Norte. Só ao fim dos quatro anos de mandato que - diga-se - não será de flores, é que se poderá afirmar algo de bom ou de mau, até lá há apenas que observar se mpre pronto par a as eventualidades que possam surgir.
E isto porque me diz a experiência (lamentável) que o que parece, nem sempre é.
Em 1995 - era então Presidente da Direcção de uma Instituição de Pessoas com Deficiência - acreditei e apostei em António Guterres para Primeiro Ministro, na crença esperançada de que fosse um homem aberto e solidário com a Causa da Deficiência. Enganei-me redondamente e a Instituição teve, em 1996, de fechar portas, destruindo vidas e sonhos bonitos e viáveis em ptole de quem de tudo carecia.
Por isso - com enorme mágoa e não menor razão - eu digo:
Esperança sim, mas nada de exagerar, pois o ramalhete pode, num instante, desfolhar-se e murchar.
O que agora é... amanhã já não será!?...

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