sábado, Março 08, 2014

Louvor às Mulheres


De certa forma sempre tive tendência para viver e, até, ser dependente de mulheres, com quem aprendi muito e, por isso, a quem devo a formação – direi, a definição – da minha personalidade e (por que não?) do meu carácter.
Se sou bom ou mau devo-o, vincadamente, a elas. Primeiro às minhas avós materna (Silvina Serrão) e paterna (Luísa de Jesus). A materna, com toda a sua diplomacia, inculcou, em mim, o gosto pelas artes e pela cultura; a paterna, na sua simplicidade de senhora mãe de 13 filhos, tornou-me moderado na vivência das coisas. 
Depois, na puberdade, surge o convívio com a D. Creelmilda Oliveira Matoso, grande matriarca de uma família em que sobressaiam os seus 11 rebentos, a qual me queria tanto que acabei por me considerar o seu 12º filho, e com quem aprendi que o mais importante é a honestidade e o amor a tudo o que nos rodeia e temos obrigação respeitar e preservar.
Por fim e já lá vão 48 anos, Maria Laura, a mulher que levei ao altar e que fez com que me tornasse (creio-o) um Homem digno e prestigiado.
Por isso, no Dia Internacional da Mulher, eu louvo todas as mulheres que, heroicamente, sabem fazer homens dignos e, desse modo, contribuir para que o mundo se torne mais justo e mais humano.
São as mulheres que nos fazem!... Louvemo-las!!!

terça-feira, Janeiro 07, 2014

Incultura ou loucura?

Em Portugal existem dois Panteões – o de Coimbra e o de Lisboa. Este último mais falado e conhecido, porém, ao que vê, o mais desviado do seu verdadeiro sentido, cultural e humano.
Vem isto a talho de foice, por alguns “iluminados” deste país – a perderem o sentido da decência – alvitrarem a ida dos restos mortais de Eusébio para aquele espaço mortuário.
Já não bastou a Amália???

Chamem-me louco, sim, mas haja um mínimo de decência!...

terça-feira, Dezembro 31, 2013

Crença de Poeta

Às vezes também se cai
Em versos de “pé quebrado”,
Mas do tom jamais se sai,
Ou do gosto sublimado
Que eleva e solta o prazer
E, mais, incita a viver.

Pois! A Poesia é assim:
Um Ser, louco e desgrenhado,
Tirado, com frenesim,
Dum violino quebrado
Quando o Estro está activo
E sabe ser expansivo.

Vale a pena ser Poeta
E cantar eternamente
Atingindo a nobre meta
Do passado e do presente,
Em busca dum bom Porvir
Que, todos, deixe a sorrir.

A vida é sempre mudança.

– Não se perca a Esperança!

quinta-feira, Dezembro 26, 2013

Ensino

No meu tempo de estudante, tive como professor de “História Universal” um advogado, a “Matemática” era leccionada por um economista e, mais tarde, a “Psicologia” estava a cargo de um licenciado em filosofia.
Enfim, era a disparidade total. Coisas do Estado Novo!
Mas, hoje – ao que vejo e ouço nos Órgãos de Comunicação Social – as coisas não melhoraram muito, pois a confusão no Ministério é mais do que muita, deixando em estado de insatisfação professores, pais, alunos e o cidadão comum.

Até quando? Ó Deus, até quando?...

sábado, Dezembro 21, 2013

A propósito de Natal

Todos os anos, na época natalícia, ouve-se e lê-se o número do calendário citado como sendo o equivalente aos anos de nascimento de Jesus, filho de Maria.
Ora, ao que os estudiosos têm vindo a descobrir, esse número está atrasado sete anos, pois, sabe-se agora, Jesus, viu a luz do Mundo, sete anos antes do inicio do calendário Gregoriano, pelo qual nos regemos, ou seja o parto de Maria teria ocorrido no ano -7 da “Era Cristã”.

Assim sendo, corrigindo o erro, este ano fará 2020 anos que nasceu o Homem que criou uma forma de estar na vida, em que o pacifismo e o amor ao próximo deveriam imperar como marca de água de quem diz segui-la.