terça-feira, novembro 29, 2016

Um Voto de Natal


(Natal de Idosos abandonados em Hospitais, Lares, Casas de Repouso e em seus próprios Domicílios)



«Quem tem filhos, tem cadilhos

Quem os não tem,

Cadilhos tem.»

– Diz o Povo, em seu saber.

Sempre lindos, nossos filhos,

Também nos fazem sofrer.



«Filho és e Pai serás,

Tal como agora fizeres

Assim, amanhã, terás.»

- Diz o Povo sabedor,

Sem peias e com amor,

Duma Vida feita dor.



Encarar, mui de verdade,

É virtude sublimada.

Mas tão bela caridade

É, por poucos, realizada



– Que haja um pensar bem profundo!

É voto mui desejado,

A espalhar pelo Mundo,

Por quem já foi desprezado.



2016.11.23

sexta-feira, outubro 07, 2016

Guterres ganhou

Orgulhosos, sim!
Mas atenção que o mundo e a ONU também estão cheios (e dominados) por uma Direita, infelizmente, em expansão. Por isso há , por Portugal e por Guterres, que esperar sérias retaliações e enormes dificuldades no atingir de objectivos.
Sejamos realistas para avançar com os pés bem assentes no chão!...
A utopia de que tudo será um "mar de rosas" não pode deslumbrar-nos.

segunda-feira, setembro 26, 2016

Morreu José Mouga - um ARTITA a não esquecer!

Estou triste, muito triste e com os olhos rasos de lágrimas, pois acabei de saber que perdi o meu melhor Amigo de infância e leal colega de trabalho.
Morreu o maior Pintor viseense da actualidade José Manuel Mouga _ abreviadamente - José Mouga.
Muito há para dizer sobre ele, como Homem e como Artista, mas, neste momento, não me sinto em condições de o fazer. A emoção tomou-me por completo.
Morreu o Pintor! Viva a Arte!

sábado, junho 04, 2016

Cogitação sobre uum Tertúlia


Assisti, ontem, a uma “Tertúlia e… não gostei. Não pela essência que deve ser desenvolvida repetindo o evento, mas pelo protagonismo tomado pelo moderador que não permitiu que os participantes (do painel e do público) tivessem o devido e necessário “tempo de antena”, como alguém referiu. Só ele sabia tudo e apenas ele tinha de mostrar seu “conhecimento”, construindo anedotas, perfeitamente, dispensáveis.
Aprendi – num curso de formação de formadores – que «o Moderador deve ser discreto e nunca o protagonista da acção, limitando-se a ir lançando, quando preciso, pequenas achas que mantenham a chama bem viva.» Não foi isso o que sucedeu.
A História faz-se com Estórias, mas é importante que quem as viveu as conte de viva voz, pois só assim elas não perderão seu sabor e autenticidade, ainda que haja, naturalmente, que joeirar e burilar muita coisa, porque nada sai perfeito logo à primeira.
Por mais amigo que seja do Moderador, eu tinha de dizer isto a bem da Cidade que tanto amo. Peço desculpa pela franqueza!

sábado, novembro 14, 2015

O Medo é constante

- Disse, no início deste ano, que tinha medo, por mim, pelos meus, e pelos outros, porque o mundo dava sérias mostras de perturbação e destempero psicológico.
Tinha razão!
A prova está nos acontecimentos vividos, a noite passada (13.11.1015), em Paris.
Dá para ter medo,

A Procissão - cremo-lo - ainda nem saiu do Adro!...