quinta-feira, março 09, 2017

Cogitação ou Amor verdadeiro.


- Quem nos ama verdadeiramente, mesmo que nos diga (ou faça) algo que nos dói, ainda assim, não nos abandona e, se o faz, fá-lo por amor - creio-o - porque, lá bem no fundo do seu coração, não há abandono nenhum. Há, apenas, uma fuga ao irremediável e à realidade da Vida. É um hiato que, tarde ou cedo, levará à normalidade.

terça-feira, fevereiro 28, 2017

Um conceito religioso


- Se a Divindade é solidariedade, amor e paz, mão há que temê-la.
Por quê, então, a expressão Bíblica «temente a Deus» tantas vezes usada?
A resposta é: porque essa compilação foi escrita por homens e. infelizmente, o coração humano tem o mal dentro de si. O mal e o castigo não são coisas Divinas.
Essa expressão deveria ser substituída por: «amante a Deus ou amante de Deus.»

quinta-feira, fevereiro 23, 2017

Liberdade religiosa


- Em matéria religiosa todos somos livres no pensar e no sentir. Podemos crer no que quisermos e a Divindade (Energia Inteligente Emanante do Cosmo) não nos impedirá. Ela ama-nos, não é juiz castigador.

quarta-feira, fevereiro 22, 2017

Esoterismo


- Reencarnação e Vida depois da morte: Há muitas crenças e deduções especulativas sobre o assunto, mas, até hoje, não há provas cabais e científicas que garantam a irrefutável existência de tais matérias. A Irrefutabilidade, neste caso, é, sòmente, uma questão de Fé.

sexta-feira, fevereiro 10, 2017

Terceira reivindicada por usocapião. Será possível?

Terceira reivindicada por usocapião.
Será possível?
No embarque para a sua deslocação a Los Angeles, o Presidente dos EUA declarou que tudo fará para tomar posse da Base das Lajes e da ilha onde está inserida, apesar de esta ser considerada território português. Invocando o acordo firmado na construção da base aérea com o Coronel Eduardo Gomes da Silva e os tratados assinados durante a 2ª Guerra Mundial entre Óscar Carmona e Franklin D. Roosevelt, Trump declarou à CNN que “…todo o investimento realizado durante décadas pelos americanos na base aérea e espaço envolvente e o não cumprimento das regras básicas de manutenção da ilha por parte de Portugal dá aos EUA o direito à posse do território por usucapião.”

Alerta

A Natureza sabe restaurar-se, mas é bom que o Homem a ajude, salvaguardando-a.

terça-feira, novembro 29, 2016

Um Voto de Natal


(Natal de Idosos abandonados em Hospitais, Lares, Casas de Repouso e em seus próprios Domicílios)



«Quem tem filhos, tem cadilhos

Quem os não tem,

Cadilhos tem.»

– Diz o Povo, em seu saber.

Sempre lindos, nossos filhos,

Também nos fazem sofrer.



«Filho és e Pai serás,

Tal como agora fizeres

Assim, amanhã, terás.»

- Diz o Povo sabedor,

Sem peias e com amor,

Duma Vida feita dor.



Encarar, mui de verdade,

É virtude sublimada.

Mas tão bela caridade

É, por poucos, realizada



– Que haja um pensar bem profundo!

É voto mui desejado,

A espalhar pelo Mundo,

Por quem já foi desprezado.



2016.11.23

sexta-feira, outubro 07, 2016

Guterres ganhou

Orgulhosos, sim!
Mas atenção que o mundo e a ONU também estão cheios (e dominados) por uma Direita, infelizmente, em expansão. Por isso há , por Portugal e por Guterres, que esperar sérias retaliações e enormes dificuldades no atingir de objectivos.
Sejamos realistas para avançar com os pés bem assentes no chão!...
A utopia de que tudo será um "mar de rosas" não pode deslumbrar-nos.

segunda-feira, setembro 26, 2016

Morreu José Mouga - um ARTITA a não esquecer!

Estou triste, muito triste e com os olhos rasos de lágrimas, pois acabei de saber que perdi o meu melhor Amigo de infância e leal colega de trabalho.
Morreu o maior Pintor viseense da actualidade José Manuel Mouga _ abreviadamente - José Mouga.
Muito há para dizer sobre ele, como Homem e como Artista, mas, neste momento, não me sinto em condições de o fazer. A emoção tomou-me por completo.
Morreu o Pintor! Viva a Arte!

sábado, junho 04, 2016

Cogitação sobre uum Tertúlia


Assisti, ontem, a uma “Tertúlia e… não gostei. Não pela essência que deve ser desenvolvida repetindo o evento, mas pelo protagonismo tomado pelo moderador que não permitiu que os participantes (do painel e do público) tivessem o devido e necessário “tempo de antena”, como alguém referiu. Só ele sabia tudo e apenas ele tinha de mostrar seu “conhecimento”, construindo anedotas, perfeitamente, dispensáveis.
Aprendi – num curso de formação de formadores – que «o Moderador deve ser discreto e nunca o protagonista da acção, limitando-se a ir lançando, quando preciso, pequenas achas que mantenham a chama bem viva.» Não foi isso o que sucedeu.
A História faz-se com Estórias, mas é importante que quem as viveu as conte de viva voz, pois só assim elas não perderão seu sabor e autenticidade, ainda que haja, naturalmente, que joeirar e burilar muita coisa, porque nada sai perfeito logo à primeira.
Por mais amigo que seja do Moderador, eu tinha de dizer isto a bem da Cidade que tanto amo. Peço desculpa pela franqueza!

sábado, novembro 14, 2015

O Medo é constante

- Disse, no início deste ano, que tinha medo, por mim, pelos meus, e pelos outros, porque o mundo dava sérias mostras de perturbação e destempero psicológico.
Tinha razão!
A prova está nos acontecimentos vividos, a noite passada (13.11.1015), em Paris.
Dá para ter medo,

A Procissão - cremo-lo - ainda nem saiu do Adro!...

quarta-feira, maio 06, 2015

coisas de um Homem II

independência/isenção total e absoluta não existe, é quimera barata de conto de fadas. Razão tinha Sigmund Freud ao afirmar que «quem é dependente de alguém não tem, por medo de perder esse estatuto, vontade própria e fica sem a sua identidade e tudo faz para não desagradar.»

Daí ao erro, às omissões é um salto de pardal. O resto, depois, vem com toda a (nefasta) naturalidade.

terça-feira, maio 05, 2015

Coisas de um Homem

A Vida, a cada momento, dá-nos pontapés (e é cada um…), mas – embora, por sermos humanos, nos dê ganas de virar costas e abalar – não devemos desistir. Seria trair a Energia Suprema que nos pôs na Terra

Sofremos. Porém, tal como Job, não reneguemos a nossa origem, nem aquilo em que acreditamos, sobretudo se formos vítimas de nossos próprios erros, os quais, a mais das vezes, foram cometidos na melhor das intenções. Em qualquer homem – creio convictamente – há sempre um lado bom que pode, contudo, levar ao erro. Não é justificar falhas, é ver, sòmente, a realidade, por mais triste que ela seja.

segunda-feira, abril 13, 2015

Dia do Falhado

Num (triste) tempo em que há dias de tudo – Dia do Abraço; do Beijo; da Alegria e sei lá eu que mais? – acho que falta decretar o Dia do Falhado.
Não para exaltar esse, lamentável, infortúnio, mas para, generosamente, se dar a mão a quem, por isto ou por aquilo, não teve sorte em seus empreendimentos ou, simplesmente, na Vida.
Falhar é a coisa mais humana de qualquer vivência, porque todas as realizações do Homem estão sujeitas a não resultarem como os seus promotores tanto desejavam ao criá-las.
Então, nesses momentos, quase sempre, de desânimo, é necessária uma mão amiga e/ou um coração aberto para vencer o desconforto da derrota e, sem ressentimentos, ir em frente com novo projecto ou nova realização, mudando de atitude e de forma de pensar, deixando o negativismo próprio do fracasso, para a acção vitoriosa de quem emerge do fundo poço e volta á tona para respirar e tornar a ser Gente.
Seguindo este (meu) conceito é urgente que se crie – sem data definida, pois todos os dias são os indicados – esse tal Dia do Falhado.

Aqui deixo mais esta dica para melhorar o Mundo que, vê-se, está cada vez mais confuso e conturbado em seus princípios sociais humanistas.

sábado, abril 11, 2015

Injustiça da Justiça

   Diz-se que «a ignorância da lei não adianta a ninguém» é – deduz-se, facilmente – a maior estupidez jurídica, criada pelo homem, E muito maior é essa estupidez nos dias que correm, porque as leis são tantas que ninguém tem forma de as conhecer todas. Para isso existem Juízes e advogados que sabem consultar os documentos que contêm a legislação vigente. Assim sendo, é estúpido e completamente injusto condenar alguém por ignorância de Lei e invocando aquele estúpido, injusto e malévolo conceito.
Infelizmente ainda há quem, por causa disto, perca acções judiciais, sendo até condenado a cumprir quer multas, quer mesmo prisão, já que, a ignorância, neste caso, em vez de funcionar como atenuante, pelo contrário, age (o que é bem pior) como agravante e lá vai mais «um justo pagar por um pecador».
Perante tal desaforo e para acabar, de vez, com essa deslealdade “legal”, bom seria que os executores da Lei fossem esclarecidos, durante a sua formação e/ou nos períodos de Reciclagem” profissional, de modo a saberem destrinçar entre a ignorância Inadvertida e a ignorância mal-intencionada. Esta sim, punível, pelos danos que poderá causar a terceiros.
Mas quem sou eu para meter “foice em seara alheia”?

Entretanto o desabafo (grito de revolta) aqui fica!

quarta-feira, janeiro 14, 2015

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- «Je ne suis pas Charlie. J’ai peur!»
Medo, de ter medo do medo que nos rodeia e está onde, nem sequer pensamos. T enho medo por mim, pelos que amo e por ti, que me lês e te armas em forte.
Não é ser cobarde ou falto de coragem, é ser Humano. Sou Homem não sou (pseudo) herói.
Eu sou, simplesmente, Homem/Homem! 

sexta-feira, maio 02, 2014

... Uma ESTÁTUA

Pedro Oliveira, no Facrbook, comentava o facto de a estátua de D. Afonso Henriques, em Viseu, o representar apeado quando se sabe que era um exímio cavaleiro e que, devido à sua corpulência, o animal teria de ser um bicho bastante forte. Essa aversão aos animais – já o disse em tempos numa crónica – é atávica e, desde sempre, uma pecha dos autarcas viseenses.
Uma maqueta, em terra cota, existente no Museu de Grão Vasco, que daria uma belíssima escultura, com Viriato, montando, em pelo, um cavalo empinado e de crinas ao vento, foi rejeitada ao escultor Benelur. O autor da «Arte de bem cavalgar toda a sela» (D. Duarte) também está, na sua estátua, modestamente, apeado. E mais, do actual memorial ao caudilho lusitano, foi retirado o lobo, que estava a seus pés, como símbolo da força telúrica que impelia os nossos antepassados à luta pela independência e pela liberdade.

E que dizer para além disto?....

sábado, março 08, 2014

Louvor às Mulheres


De certa forma sempre tive tendência para viver e, até, ser dependente de mulheres, com quem aprendi muito e, por isso, a quem devo a formação – direi, a definição – da minha personalidade e (por que não?) do meu carácter.
Se sou bom ou mau devo-o, vincadamente, a elas. Primeiro às minhas avós materna (Silvina Serrão) e paterna (Luísa de Jesus). A materna, com toda a sua diplomacia, inculcou, em mim, o gosto pelas artes e pela cultura; a paterna, na sua simplicidade de senhora mãe de 13 filhos, tornou-me moderado na vivência das coisas. 
Depois, na puberdade, surge o convívio com a D. Creelmilda Oliveira Matoso, grande matriarca de uma família em que sobressaiam os seus 11 rebentos, a qual me queria tanto que acabei por me considerar o seu 12º filho, e com quem aprendi que o mais importante é a honestidade e o amor a tudo o que nos rodeia e temos obrigação respeitar e preservar.
Por fim e já lá vão 48 anos, Maria Laura, a mulher que levei ao altar e que fez com que me tornasse (creio-o) um Homem digno e prestigiado.
Por isso, no Dia Internacional da Mulher, eu louvo todas as mulheres que, heroicamente, sabem fazer homens dignos e, desse modo, contribuir para que o mundo se torne mais justo e mais humano.
São as mulheres que nos fazem!... Louvemo-las!!!

terça-feira, janeiro 07, 2014

Incultura ou loucura?

Em Portugal existem dois Panteões – o de Coimbra e o de Lisboa. Este último mais falado e conhecido, porém, ao que vê, o mais desviado do seu verdadeiro sentido, cultural e humano.
Vem isto a talho de foice, por alguns “iluminados” deste país – a perderem o sentido da decência – alvitrarem a ida dos restos mortais de Eusébio para aquele espaço mortuário.
Já não bastou a Amália???

Chamem-me louco, sim, mas haja um mínimo de decência!...

terça-feira, dezembro 31, 2013

Crença de Poeta

Às vezes também se cai
Em versos de “pé quebrado”,
Mas do tom jamais se sai,
Ou do gosto sublimado
Que eleva e solta o prazer
E, mais, incita a viver.

Pois! A Poesia é assim:
Um Ser, louco e desgrenhado,
Tirado, com frenesim,
Dum violino quebrado
Quando o Estro está activo
E sabe ser expansivo.

Vale a pena ser Poeta
E cantar eternamente
Atingindo a nobre meta
Do passado e do presente,
Em busca dum bom Porvir
Que, todos, deixe a sorrir.

A vida é sempre mudança.

– Não se perca a Esperança!