sábado, junho 09, 2012



Falta de vista

Depois que os meus olhos começaram a falhar e a impedir-me de ler livros e jornais e, por outro, me dificultam, na rua, o reconhecimento, imediato e correcto, das pessoas tenho cometido – ctrio eu – muitas indelicadezas não saudando os amigos que comigo se cruzam.
Axreditem: não é por mal, mas, sómenhte, porque, de verdade, não consigo, sem um esforço, reconhecer, devidamente, as suss feições.
Perdoem-me por isso! E, quando me cumprimentarem, tenham a bondade de me dizerem quem são, para que eu não faça figuras trisres de má-educação, o que nunca fiz.
Se4jam – vos peço com humilfade – muito condescendentes comigo e eu, prometo, vos agradecerei, porquanro sempre amei todos aqueles que me amaram e/ou (ainda) me amam.
Bem-haja pela vossa compreensão e tolerânbia!
Abraços e beijos de muita amizade!

quarta-feira, maio 30, 2012



Contentamento
(À minha linda Sofia)

  
Chegaste, no fim do Tempo,
Trazendo o sonho a correr
Apressado e sem ter tempo
p’ra projectar e p’ra ser.


Vieste, no fim deste Tempo,
Criando ondas de prazer,
Mas já não temos mais tempo
P’ra navegar e viver.


Como disse um Grão Profeta
– Em precognição segura –
Nasceu, p’ra nós, uma neta


E alegrou-se a noite escura
Que o Tempo, tardiamente,
Tornou Sol muito lucente.

sexta-feira, maio 11, 2012


Vitórias e derrotas

Ao longo da vida, aprendi a guardar aplausos, elogios e, também, as dores dos fracassos para os poder usar nos devidos e, tantas vezes, imprevisíveis momentos.
Tudo o que nos acontece deve servir de lição para futuros modos de actuação, pois é com os insucessos e com exitos que avançamos formando e aperfeiçoando o nosso caracter.
Pobre de quem nada aprende com om as palmas e/ou pateadas!...
Neste nosso país parece que os políticos, de um modo geral, (há felizes excepções) se esquecem das vesrdades atrás referidas e não guardaram coisa alguma, não gerindo sucessos e fracassos e, por isso, caindo, a cada passo, em tristes soluções que levam, de arrasto, o povo que, confiante, os elegeu, dando-lhes guarida e empoleirando-os em píncaros que não merecem.
Quem quiser que entenda!

sexta-feira, maio 04, 2012

O Bem - nosso DESTINO



Dá-nos Deus um nobre fado:
Avançar, por qualquer lado,
A ‘spalhar, com grande amor,
Quanto é bom e dá calor
A todo o ser bem formado.

Mas a vida, que é madrasta,
De tudo isso nos afasta
E trava, com crueldade,
O que era a nossa vontade.

Somos frágeis no querer,
No pensar e no fazer
E só erramos, erramos,
Porque tudo disputamos.

Rejeita-se o mor valor
De, aos outros, não causar dor,
Amando bem de verdade
Sem ter falsa caridade.

Assim, ai, já ninguém diz,
Sem convicção de raiz:

Dá-nos Deus um nobre fado:
Avançar, por qualquer lado,
A ‘spalhar, com grande amor,
Quanto é bom e dá calor
A todo o ser bem formado.

terça-feira, abril 10, 2012

E...

E… se não houvessem pessoas más, catástrofes de toda a ordem e a Natureza não tivesse anomalias Deus seria preciso?

Sendo tudo um “mar-de-rosas” talvez não precisassemos dum qualquer tipo de crença religiosa.

Tudo era bom e perfeito, para quê um qualquer sentimento de Fé?

Pois é! Mas… mesmo assim, havia que, com sinceridade, agradecer a alguém ou a algo esse magnífico estado de graça.

E essa gratidão tinha de sere dirigida à Energia Emanente que tudo rfege e a que, naturalmente e apropriadamente. chamamos Deus.

Logo, pensemos seriamente nisto, a Fé é precisa e importante na vivência quotidiana do Ser humano.