sexta-feira, maio 04, 2012

O Bem - nosso DESTINO



Dá-nos Deus um nobre fado:
Avançar, por qualquer lado,
A ‘spalhar, com grande amor,
Quanto é bom e dá calor
A todo o ser bem formado.

Mas a vida, que é madrasta,
De tudo isso nos afasta
E trava, com crueldade,
O que era a nossa vontade.

Somos frágeis no querer,
No pensar e no fazer
E só erramos, erramos,
Porque tudo disputamos.

Rejeita-se o mor valor
De, aos outros, não causar dor,
Amando bem de verdade
Sem ter falsa caridade.

Assim, ai, já ninguém diz,
Sem convicção de raiz:

Dá-nos Deus um nobre fado:
Avançar, por qualquer lado,
A ‘spalhar, com grande amor,
Quanto é bom e dá calor
A todo o ser bem formado.

terça-feira, abril 10, 2012

E...

E… se não houvessem pessoas más, catástrofes de toda a ordem e a Natureza não tivesse anomalias Deus seria preciso?

Sendo tudo um “mar-de-rosas” talvez não precisassemos dum qualquer tipo de crença religiosa.

Tudo era bom e perfeito, para quê um qualquer sentimento de Fé?

Pois é! Mas… mesmo assim, havia que, com sinceridade, agradecer a alguém ou a algo esse magnífico estado de graça.

E essa gratidão tinha de sere dirigida à Energia Emanente que tudo rfege e a que, naturalmente e apropriadamente. chamamos Deus.

Logo, pensemos seriamente nisto, a Fé é precisa e importante na vivência quotidiana do Ser humano.

sexta-feira, abril 06, 2012

Páscoa

Ame-se Deus através do Próximo e, desse modo, teremos direito à Paz, ao Amor e à Felicidade de uma Eternidade de boa memória, pois cumprimos Páscoa (passagem).

Santa Páscoa!

quinta-feira, março 29, 2012

Acordo Ortográfico

Não! Não estou contra o actual acordo ortográfico, muiyo embora hajam algumas mudanças que, por hábito, me custem ainda a entender e a usar. (O raio do meu computador, quando as uso, põe-as como erradas enchendo o texto de sublinhados vermelhos que me irritam seriamente.)

A mudança custa sempre um tanto a digerir, pois foge ao que era rotineiro e, de modo vincado, fazia já parte de nós. Por certo que, no passado, outras formas de escrever terão dado mal-estar a muitos académicos, mas, como tudo isso já foi, hoje ignoramo-las e vamos em frente, esquecendo que, nos princípios do século XX, se escrevia “pharmácia e orchestra” em vez de, como agora, farmácia e orquestra.

A mudança custa. Oh, se custa!...

segunda-feira, março 19, 2012

Pensamentos meus

- O Homem sabe o que diz quando já sentiu e viveu, na pele e/ou na alma, as emoções desse falar.

- Numa guerra, os efeitos colatreais são sempre imprevisíveis: Melhor não a fazer!

- E… será que quando Jesus voltar, “na segunda vinda”, gostará do nosso proceder? Ele mandou persoar setenta vezes sete. E nós mereceremos esse perdão? Só Ele o sabe!...