quinta-feira, dezembro 22, 2011

Boas Festas

Feliz Natal!

Que o Menino Jesus alivie a dor dos que sofrem e lhes dê, de verdade, um pouco de Paz e muita saúde e amor!

São os votos deste vosso amigo.

segunda-feira, dezembro 19, 2011

... O conto de Natal

(Quase) todos os escritores já escreveram um conto de Natal –eu já escrevi vários. Mas isso empoe um estado de alma muito propício, de satisfação e bem-estar que se coaduna e leva a um final feliz com muita ternura, como é próprio de uma história verdadeiramente cristã

Este ano e nos próximos, dadas as circunstâncias da conjuntura económica portuguesa e mundial, os “contos de Natal” serão, por certo, tristes, revoltados e os seus finais, ainda que possam acabar em bem, terão uma pontinha de dúvida e angústia evidente a ensombrar toda a beleza do (com)texto.

Mesmo assim, porque sou um optimista inveterado e esperançado em dias melhores, termino esta crónica com o simbólico: «Era uma vez…»

sexta-feira, dezembro 16, 2011

Politiqueira barata

Por que é que certos políticos são tão irresponsáveis lançando “bocas” de que, a seguir, se têm de retratar? Será que são burros ou estão como os copos quando fazem as afirmações?...

Confesso que não sei, mas a política é assim, uma confusão de oportunismos e conveniências, em busca de votos e/ou benesses.

E, com esta pedrada, me calo.

quarta-feira, dezembro 14, 2011

Natal - vero Natal

Se os homens se amassem a valer no quotidiano da vida, bem poderíamos dizer que todos os dias eram de amor.

Natal com ódio, violência… guerra, não é Natal, é, apenas e só, um triste arremedo nem sei bem de quê, mas Natal é que não é.

Natal é nascimento e nascimento é amor, vivido no passado, no presente e no futuro.

Se os homens amassem a valer todos seríamos felizes e viveríamos intensa e eternamente um verdadeiro natal de Amor e Paz.

Não é verdade?...

Que o Menino Jesus toque, com seu dedinho, o coração de toda a Humanidade!

segunda-feira, dezembro 12, 2011

À prta da Cegueira

Minha visão vai fugindo,

Em névoa de que não gosto:

O gozo de ler, sumido

O sonho em que mais aposto.

Meus olhos me vão traindo,

Com um véu de que não gosto:

A beleza destruindo

Na dor em que não aposto.

Ai, pobres e bons olhos,

Que me livraram de escolhos,

Conservai-vos por uns anos!

Suspendei os rudes danos

P’ra que torne a ser feliz,

Como quando era petiz!