Feliz Natal!
Que o Menino Jesus alivie a dor dos que sofrem e lhes dê, de verdade, um pouco de Paz e muita saúde e amor!
São os votos deste vosso amigo.
Sonhar, pensar, sentir, viver e... escrever.
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Feliz Natal!
Que o Menino Jesus alivie a dor dos que sofrem e lhes dê, de verdade, um pouco de Paz e muita saúde e amor!
São os votos deste vosso amigo.
(Quase) todos os escritores já escreveram um conto de Natal –eu já escrevi vários. Mas isso empoe um estado de alma muito propício, de satisfação e bem-estar que se coaduna e leva a um final feliz com muita ternura, como é próprio de uma história verdadeiramente cristã
Este ano e nos próximos, dadas as circunstâncias da conjuntura económica portuguesa e mundial, os “contos de Natal” serão, por certo, tristes, revoltados e os seus finais, ainda que possam acabar em bem, terão uma pontinha de dúvida e angústia evidente a ensombrar toda a beleza do (com)texto.
Mesmo assim, porque sou um optimista inveterado e esperançado em dias melhores, termino esta crónica com o simbólico: «Era uma vez…»
Por que é que certos políticos são tão irresponsáveis lançando “bocas” de que, a seguir, se têm de retratar? Será que são burros ou estão como os copos quando fazem as afirmações?...
Confesso que não sei, mas a política é assim, uma confusão de oportunismos e conveniências, em busca de votos e/ou benesses.
E, com esta pedrada, me calo.
Se os homens se amassem a valer no quotidiano da vida, bem poderíamos dizer que todos os dias eram de amor.
Natal com ódio, violência… guerra, não é Natal, é, apenas e só, um triste arremedo nem sei bem de quê, mas Natal é que não é.
Natal é nascimento e nascimento é amor, vivido no passado, no presente e no futuro.
Se os homens amassem a valer todos seríamos felizes e viveríamos intensa e eternamente um verdadeiro natal de Amor e Paz.
Não é verdade?...
Que o Menino Jesus toque, com seu dedinho, o coração de toda a Humanidade!
Minha visão vai fugindo,
Em névoa de que não gosto:
O gozo de ler, sumido
O sonho em que mais aposto.
Meus olhos me vão traindo,
Com um véu de que não gosto:
A beleza destruindo
Na dor em que não aposto.
Ai, pobres e bons olhos,
Que me livraram de escolhos,
Conservai-vos por uns anos!
Suspendei os rudes danos
P’ra que torne a ser feliz,
Como quando era petiz!