sexta-feira, novembro 18, 2011

O Magusto do "Verde Gaio"

Amanhã vou a um magusto numa Associação que, depois de muita luta, muitos sucessos e alguns fracassos, festeja agora o seu 15º aniversário.

Embora mais antiga, no tocante às actividades desenvolvidas, como colectividade, oficialmente constituída, a Associação Recreativa Cultural e Desportiva “Verde Gaio” de Lordosa, completou já quinze anos de vida.

Ao que, como seu padrinho, me é dado saber, este agrupamento acumula no seu palmarés uma vistosa panóplia da êxitos de que muito se ufana, dentre os quais é de referir a construção da sua sede, num terreno propositadamente adquirido para o efeito.

Ainda por acabar, vai aquele espaço cumprindo as funções para que foi criado. Mas é preciso mais. Muito mais! Para isso há que continuar a contar com o apoio das gentes de Lordosa e das entidades oficiais.

Parabéns, “Verde Gaio”!...

quarta-feira, novembro 16, 2011

Memória e História

Quando o físico esmorece,

Mas a mente não fenece,

Há qualidade na vida

Que se torna apetecida.

Velhice não é defeito

P’ra levar muito a preceito,

Ou p’ra acabrunhar alguém

Que é gente e não “Zé Ninguém”.

Ser velho é ter na memória

Um bom naco da História

E ser livro para ler

Com lentidão e prazer.

Ser biblioteca ambulante

E mesmo mui ‘stimulante

P’ra alegria de viver

– É ser grande a não morrer.

Viva quem possui memória,

Pois ficará na História

E com essa crença forte

Se libertará da morte!...

segunda-feira, novembro 14, 2011

0uro e...

O ouro teve, em todos os tempos, um fascínio especial sobre o Ser Humano que, para o obter, se sujeita, inúmeras vezes, ás acções mais inusitadas e que, também, fazem com que perca a sua própria dignidade de pessoa inteligente e inserida na sociedade.

Em alturas de crise esse procedimento torna-se muito mais visível e frequente, como ocorre no presente. E essa “febre” (loucura), com uma frequência indesejável, está a causar a destruição de algumas verdadeiras obras de Arte da Joalharia Portuguesa, tão rica nessa amplitude civilizacional – vi num telejornal.

A continuar assim que legado cultural transmitiremos aos nossos vindouros? Como e quem evitará tal desgraça? Que mais dizer?...

sexta-feira, novembro 11, 2011

S: Martinho

«No Dia de S. Martinho (11 de Novembro), enceta o pipinho.» – Manda a tradição e manda também que, com a prova do vinho, se comam umas castanhas assadas, para servir de lastro à pinga e se poder molhar um pouco melhor a goela.

Este ano o S. Martinho, parece que se esqueceu da tradição, deixando o Verão que tem o seu nome para o passado, já que tal estado climático já ocorreu há semanas atrás.

“Mudam-se os tempos”, mas é bom que fiquem as tradições: as castanhas com a água-pé, a jeropiga ou o vinho novo que, este ano, sendo pouco – dizem os entendidos – é de óptima qualidade.

E que viva o S. Martinho, para nos fazer esquecer as agruras do tempo de míngua que estamos a viver!...

quarta-feira, novembro 09, 2011

... Uma ida a Lisboa

Lisboa – em dia de chuva e, o que é bem pior, em dia de greve de transportes dos caminhos de ferro e públicos como “Metro e Carris” – torna-se um flagelo pelo transito, com engarrafamentos de toda a ordem, tornando quase um inferno termo-nos de nos deslocar de um para outro lado.

Foi o que nos aconteceu na 3ª feira em que circulamos pela Capital (sem capitais – dizem), estávamos mortos por chegar a hora do retorno à paz desta terrinha pacata, onde a vida se faz no ram-ram de todos os dias, sem atropelos nem enervantes confusões no trânsito.

Estamos longe dos grandes acontecimentos políticos da governação, mas, em contrapartida, vivemos uma vida pacífica e sem sobressaltos estressantes, na correria louca da Capital.

Viva o sossego da nossa Viseu!