quarta-feira, outubro 05, 2011

Confiança

A vida ensina-nos, em cada dia, que nem todos os homens são pessoas em que se possa depositar confiança, e que, do mesmo modo, se não pode confiar em algumas Instituições, pois são feitas desses indivíduos sem escrúpulos e que só visam obter bons resultados vivendo das fraquezas do próximo.

Claro que nem tudo ou todos podem ser medidos por essa, pessimista, bitola. Há imensas excepções de que nos devemos orgulhar e que são para enaltecer e, naturalmente, louvar.

Mas, infelizmente – contam-nos as notícias do dia a dia – isso vai acontecendo quando não deveria suceder.

Quando nos dirigimos a um lugar e confiamos as nossas economias, por exemplo, a um banco para que proporcione o seu aumento, não é justo que haja quem as use em proveito próprio. E… depois, acontecem desgraças aos seus depositantes que (até, em alguns casos) ficam em dolorosa situação de debilidade financeira, como sucedeu, bem recentemente, em Portugal, com dois estabelecimentos bancários.

E tudo fica sem punição “como dantes no quartel de Abrantes!” – Costuma ironizar o povo.

segunda-feira, outubro 03, 2011

O Tempo e a Terra

O Tempo anda muito confuso, com calor estival, agora que já é Outono, e frio em muitos dias do passado ^Verão.

Dizem que esta instabilidade climática – acredito bem, que sim – é devida aos tratos de polé que estamos a dar ao nosso planeta, sobrecarregando o ar com exageradas quantidades de CO2 e com outros venenos que tudo estragam e alteram.

È mau, muito mau! Mas poucos são os países que estão a desenvolver esforços no sentido de minimizar ou mesmo acabar com o problema.

“Só temos uma a Terra!...” – Grita-se. No entanto, por questões económicas, nada se faz.

A Economia estão a destruir as nações e vai acabar com este belo “Planeta azul” que é, afinal a nossa única casa.

É preciso terminar, de vez, com a ganância, com o desejo do lucro fácil e imediato. É urgente mudarmos nosso pensamento e acção. Salve-se a Terra enquanto é tempo!!!

sábado, outubro 01, 2011

Política e "caridadezinha"...

Às vezes um homem grita, esperneia e quebra a louça e queda aliviado. Actualmente nós, portugueses, manifestamo-nos nas ruas, ocupamos repartições do Estado, fazemos abaixo-assinados, enviamos postais (em catadupa), eu sei lá que mais, mas não ficamos aliviados, porque os políticos (Governantes) não nos ligam nenhuma, para eles só os números, antecedidos do símbolo €, contam, o lado humanista da questão não tem qualquer relevância.

È triste – bem triste, por sinal – que assim seja! Mas a realidade é, simplesmente, essa!

Daí que, como há quarenta anos, se tenha voltado à esmolinha e, concomitantemente, à “caridadezinha”, praticada, com descaramento, pelos governantes, através de despachos ou outras formas executivas que tentam minimizar toda a desgraça visível e camuflada que por aí vai.

E não digo mais nada, por hoje!...

quinta-feira, setembro 29, 2011

Justiça...

Todos sabemos o quão demorada é a Justiça em Portugal e todos sabemos, também, o quão vulneráveis são as decisões finais dos tribunais, a ponto de uma percentagem imensa delas, ser passível de recurso, acabando por delongar ainda mais as respectivas acções.

Como solucionar, de vez, o problema? Aumentando o número de magistrados e funcionários? E, em concomitância, de instalações? Simplificando processos? E onde se arranja (tanto) dinheiro para isso? Ou não será tudo uma questão de má-educação das gerações que usam os tribunais, por se terem tornado deveras arrogantes e, daí, conflituosas? Que gente criamos nós, os que hoje somos avós?

Vários ministros têm tentado resolver a questão, mas, até agora, nenhum conseguiu uma solução eficaz que ponha cobro a todo este (grave) problema técnico, social e humano. Entretanto vamos continuar esperançados numa melhoria de todo o panorama da Justiça portuguesa.

Enquanto estamos por cá, ao menos, que tenhamos esperança!...

segunda-feira, setembro 26, 2011

Amigos...

cNão sei se ontem foi dia dos amigos. Mas sei que todos os dias, para mim, são dias dos meus Amigos, daqueles que me amam deveras, que se preocupam comigo quando estou triste, cansado, doente ou quando algo na minha vida não vai bem, e que, também, nas horas felizes, riem e se alegram com o meu bem-estar.

A amizade é isso!

Tenho, como toda a gente, muitas pessoas que se cruzam, na rua, comigo e me saúdam dizendo até o meu, contudo, dos acima definidos – confesso – são pouco mais que duas mãos-cheias ou talvez menos.

Os amigos verdadeiros contamos com eles, embora, a mais das vezes, os não queiramos incomodar. A Amizade é, deve ser, considerada um “Dom de Deus”, o qual, para ser autêntico, traz consigo a solidariedade, coisa tão esquecida e espezinhada por tantos seres humanos.

Vivam os Amigos! Viva a Amizade solidária e sincera!