segunda-feira, agosto 22, 2011

Meias tintas

As meias tintas são, na maioria dos casos, a forma de expressão dos políticos, pois são incapazes de encararem, frontalmente, os seus falhanços e/ou meras frustrações do quotidiano político da soa actuação em prol dos outros e da própria nação.

Então, como exemplo – um entre mil - inventam novas palavras que – para eles – se adaptem às suas “meias tintas”. Estou, neste momento, a lembrar-me da palavra “inverdade” (muito usada pelos políticos) e que mais não é do que uma hábil maneira de “adoçar a pílula”, jã que a palavra – pode-se considerar – inexistente, pois o antónimo de verdade é, pura e simplesmente: Mentira.

Vive-se num mundo em que política e os seus agentes temem o efeito dos verdadeiros vocábulos e, por isso, fogem deles usando outros, mesmo que sejam autênticos disparates da vida mas não da politiqueira.

É necessário e urgente estar atentos aos neologismos da politica e… não só, para não sermos vítimas da nossa própria ingenuidade e/ou “boa-fé”.

sexta-feira, agosto 19, 2011

Desabafo ou medo?...

Ando deveras assustado e preocupado, pois a minhas diplopia e, agora, uma catarata que me parece galopante, me está a leitura, bem como do prazer de escrever ou seja, de expressar as minhas ideias e pensamentos.

Assim sendo, muito contra minha vontade, terei que3 encerra esta minha jane4la para o Mundo e para a Vida quedando-me, só e silencioso, com os meus pensamentos e lucubrações.

Logo à tarde, vou a uma especialista, de gabarito e experiência internacional, a ouvir o seu veredicto.

A “esperança” é a última coisa a morrer!...

terça-feira, agosto 16, 2011

Profecia fácil

«Veni, vidi,inci!» (Cheguei, vi e venci!) – Gritou Júlio Cesar ao regressar da Gália.

Quase todos os políticos ao, chegarem ao poder, sonham também, um dia, dizerem essas palavras. Mas a política é tão imprevisível, cruel e madrasta, que nunca ouvi nenhum dar tal grito de jubilo. E, então, agora, nunca se ouvirá tal desabafo de alma em jubilo.

O Mundo revolve-se em tal situação económica que, (digo eu) nos próximos 15 anos. ninguém terá coragem ou possibilidade de o fazer. E,, quando poder, será discreto e fá-lo-á com muita discreção, escondendo, com muita humildade, as suas vitórias.

Os arrogantes, neste momento, não têm quem os louve e por isso, as coisas vão ser um tanto de conflito e muita crispação. Tomemos consciência disto.

O Aviso.aqui fica Mesmo parecendo ser um aviso louco!... Um dia – jã cá não estarei – dar-me-ão razão, tenho a certeza!

segunda-feira, agosto 15, 2011

Aljubarrota sempre!

Comemoraram-se, ontem (14 de Agosto de 2011), 626 anos em relação à ocorrência da Batalha de Aljubarrota, em que os portugueses, numa vitória bem preparada, se libertaram do jugo dos Espanhóis.

. Seis séculos depois, cá estamos nós, de novo, com “as calças na mão”, a depender, já não dos nossos vizinhos, mas da “Troika”, que nos arranca a carne para deixar os ossos, cansados, doridos e a precisarem de muito cálcio para voltarem a aguentar-nos um corpo que a alma teima (teimará?) em manter de pé.

Vencemos em Aljubarrota. Venceremos, creiam-me, agora! Tenhamos disso consciência. E tal como, no Jpiranga, D. João IV, gritou: «Liberdade ou morte!» Façamo-lo nós também com a mesma força e a mesma sofrida convicção!

Onde pára o orgulho de ser Lusitano, de ser Português?...

- «Arraial, Arraial por S: Jorge e Portugal!»

sexta-feira, agosto 12, 2011

Comparação...

Não podemos deixar de dizer que o tempo em Portugal, para a maioria das pessoas, vai mal, muito mal.: um dia está fresco e de chuva; outro está uma caloraça de verdadeiro inferno que nos faz transpirar por todos os poros. È uma instabilidade imprevisível e incontrolável!

Na política é o mesmo! Mas não é de agora, a coisa arrasta-se de há longos anos, mesmo do tempo em que o Cavaco tinha o poder pela maioria absoluta e podia fazer o que lhe dava na real gana e em que o dinheiro, vindo da Europa, entrava a rodos nos cofres do Estado para cumprir pagamentos de betão e alcatrão, por esse país fora.

E, quem não era da cor, ou compartilhava tais princípios, eram-lhe criadas dificuldades e exigências sem nexo, nem motivo. E a incompreensão, de quem estava no poleiro, bem se podia cortar à faca!...

Sei muito bem o que digo, porque o vivi na carne, nos ossos e na mente. Destruir o que era bom e tinha “pernas para andar” e vir a ser algo de importante, uma vez que não era feito e pensado por eles, não lhes dando, por isso, louros, era para ser perseguido e eliminado. «Quem vai à nossa frente e pode ganhar a corrida, tem de ser abatido!...»

.Será que os meus inteligentes leitores entenderam a mensagem? Tenho a certeza, mais que certa, que sim e por aqui me quedo.