terça-feira, agosto 16, 2011

Profecia fácil

«Veni, vidi,inci!» (Cheguei, vi e venci!) – Gritou Júlio Cesar ao regressar da Gália.

Quase todos os políticos ao, chegarem ao poder, sonham também, um dia, dizerem essas palavras. Mas a política é tão imprevisível, cruel e madrasta, que nunca ouvi nenhum dar tal grito de jubilo. E, então, agora, nunca se ouvirá tal desabafo de alma em jubilo.

O Mundo revolve-se em tal situação económica que, (digo eu) nos próximos 15 anos. ninguém terá coragem ou possibilidade de o fazer. E,, quando poder, será discreto e fá-lo-á com muita discreção, escondendo, com muita humildade, as suas vitórias.

Os arrogantes, neste momento, não têm quem os louve e por isso, as coisas vão ser um tanto de conflito e muita crispação. Tomemos consciência disto.

O Aviso.aqui fica Mesmo parecendo ser um aviso louco!... Um dia – jã cá não estarei – dar-me-ão razão, tenho a certeza!

segunda-feira, agosto 15, 2011

Aljubarrota sempre!

Comemoraram-se, ontem (14 de Agosto de 2011), 626 anos em relação à ocorrência da Batalha de Aljubarrota, em que os portugueses, numa vitória bem preparada, se libertaram do jugo dos Espanhóis.

. Seis séculos depois, cá estamos nós, de novo, com “as calças na mão”, a depender, já não dos nossos vizinhos, mas da “Troika”, que nos arranca a carne para deixar os ossos, cansados, doridos e a precisarem de muito cálcio para voltarem a aguentar-nos um corpo que a alma teima (teimará?) em manter de pé.

Vencemos em Aljubarrota. Venceremos, creiam-me, agora! Tenhamos disso consciência. E tal como, no Jpiranga, D. João IV, gritou: «Liberdade ou morte!» Façamo-lo nós também com a mesma força e a mesma sofrida convicção!

Onde pára o orgulho de ser Lusitano, de ser Português?...

- «Arraial, Arraial por S: Jorge e Portugal!»

sexta-feira, agosto 12, 2011

Comparação...

Não podemos deixar de dizer que o tempo em Portugal, para a maioria das pessoas, vai mal, muito mal.: um dia está fresco e de chuva; outro está uma caloraça de verdadeiro inferno que nos faz transpirar por todos os poros. È uma instabilidade imprevisível e incontrolável!

Na política é o mesmo! Mas não é de agora, a coisa arrasta-se de há longos anos, mesmo do tempo em que o Cavaco tinha o poder pela maioria absoluta e podia fazer o que lhe dava na real gana e em que o dinheiro, vindo da Europa, entrava a rodos nos cofres do Estado para cumprir pagamentos de betão e alcatrão, por esse país fora.

E, quem não era da cor, ou compartilhava tais princípios, eram-lhe criadas dificuldades e exigências sem nexo, nem motivo. E a incompreensão, de quem estava no poleiro, bem se podia cortar à faca!...

Sei muito bem o que digo, porque o vivi na carne, nos ossos e na mente. Destruir o que era bom e tinha “pernas para andar” e vir a ser algo de importante, uma vez que não era feito e pensado por eles, não lhes dando, por isso, louros, era para ser perseguido e eliminado. «Quem vai à nossa frente e pode ganhar a corrida, tem de ser abatido!...»

.Será que os meus inteligentes leitores entenderam a mensagem? Tenho a certeza, mais que certa, que sim e por aqui me quedo.

quarta-feira, agosto 10, 2011

Desamor

“Transferir” é um verbo complicado (danado e danoso), porque, ao que nos é dado ver, nem tudo é transferível e (não devia ser) o amor é uma dessas coisas, já que ele teria (teria – vinco) de estar sempre presente em todos os actos da vida humana, mas, desgraçadamente, não é assim e, por isto ou por aquilo (quase sempre ganância de enriquecer depressa), põe-se de lado esse sublime sentimento que nos tornaria (mais) iguais a Deus.

Toda a conjuntura convulsiva que o Mundo (todo) atravessa só tem outra justificação: ausência de Amor.

É triste, muito triste, que assim seja, mas essa é a verdade e a realidade visível e palpável de cada hora.

E não vou mais além. Quem tiver miolos que reflicta e encontrará mil motivos para me dar razão.

segunda-feira, agosto 08, 2011

Folclore

«A identidade de um povo se conhece (só existe), pela forma como preserva os seus cantos e danças tradicionais» – soa dizer-se e bem, chamando-se, a isso, Folclore.

Ontem, estive, em Lordosa a assistir ao XIV Festival de Folclore do Rancho “Verde Gaio”, daquela freguesia e nem tudo, o que vi, me agradou, pois um agrupamento centenário, com obrigações, mais do que acrescidas, mais do que uma vez, insistiu, durante a sua actuação, em cantar e dançar algo que não é Folclore, já que pertence ao vasto espólio da Revista à Portuguesa e, por isso, embora popular, não é Povo, nem do Povo.

O grupo anfitrião, pela estética, elegância, e donaire e rigor postos na sua actuação, brilhou e, bem se pode dizer, foi exemplo a seguir no meio de alguns dos falhanços dos outros três grupos presentes.

Em folclore, tudo conta, é o trajo, a dança, os acessórios, os instrumentos musicais usados e os pequenos pormenores do penteado, ou da simples colocação de um lenço.

Parabéns, Associação “Verde-Gaio”, de Lordosa, pela bela tarde de Domingo proporcionada a quem lá se deslocou e… até ao ano!...