quarta-feira, julho 20, 2011

Uma questão de esperança

Ouvimos muitas vezes gritar que as coisas vão de mal a pior, mas não sentimos, sequer, que alguém (especialmente quem de direito) faça algo de positivo que corrija a situação.

Falar é fácil, criticar ainda mais: Ser realizador e meter os ombros á luta é que impõe muito esforço, mas, também e sobretudo, muito discernimento para que não se repitam (sempre se repetem) erros e ideias, anteriormente reveladas desastrosas.

Portugal, já de outras vezes, esteve sob o desígnio de forças económicas externas. Todavia, levianamente, não cuidou de se precaver de modo a evitar tal descalabro. E foram s erros de Soares, Cavaco (também não foi isento de culpa por mais que o queiram endeusar), de Guterres, Santana Lopes, Sócrates e, agora, Passos Coelho.

Como é curta a memória dos portugueses (políticos ou não)!...

Tudo tem solução – diz o Povo, em sua popular sabedoria –, contudo não se vislumbram atitudes, nem ideias claras para a resolução dos imensos problemas económicos e sociais que, a cada momento, nos afectam e, daí, não sairmos da “cepa torta”.

Entretanto, perante tão negro panorama, bom será que não percamos a esperança e, corajosamente, com luta e discernimento, sigamos avante certos de que havemos de super ar todas as vicissitudes e volt aremos, como no passado, a ser uma nação exemplar para o Mundo e para o futuro.

Assim o cremos e desejamos!!!

segunda-feira, julho 18, 2011

Anormalidades

Ao olharmos as notícias, muitas vezes, surpreendemo-nos com as mordomias de certos senhores com funções públicas numa nação pobre, mas com manias de rica.

É o caso, por exemplo, de cerca 150 comandantes de polícia, com carro e motorista. Será que são Presidentes da Republica ou Imperadores do Império da Ordem?

Santo Deus que mundo este!...

O país tem de diminuir as despesas – diz-se –, mas com excelências como esta, por certo, tal não sucederá. E quantos casos destes, há, por aí, espalhados e a entrarem nos bolsos dos contribuintes?

São reflexões (ou questões) a ter em conta e a exigirem medidas rápidas e drásticas para que não se arrastem indefinidamente, no tempo e no espaço.

E, porque isto é tão óbvio e verdadeiro, não vou perder mais “latim” com considerações. Por aqui me fico. Quem tiver inteligência que tire as ilações que julgar mais convenientes!...

sexta-feira, julho 15, 2011

Divagação louca ou... ?

Se os outros não eram bons, estes não são nada, mesmo nada melhores. È tudo “farinha do mesmo saco”. Verdade que “eles” (uns e outros) não gostam de ouvir esta frase, mas, desgraçadamente, esta é a verdade mais palpável que imaginar se pode.

«Nada de aumentar impostos,» e «nada de Pec4.» Pois é! Só que até se criam impostos especiais e quanto a Pec(s), analisando bem, já iremos para aí no Pec20 ou mais, tais são os “apertos de cinto” do pobre Zé.

O Zé – coitado – é sempre quem, no meio de tudo, se vê forçado a pagar as dificuldades desta vida de políticos mentirosos, estes ainda mais que os outros e os que virão muito piores do que estes. Porra, que mundo pequeno e tacanho este!....

Eu quero emigrar. Mas para onde? Em todo o lado é sempre o “mexilhão quem se lixa!...” O graúdos safam-se sempre e, cada vez, ficam mais ricos, graças aos seus muitos (imensos) negócios escuros, com corrupção e fuga aos impostos à mistura.

Estou a ser má-língua. Claro que estou. Porém, sei bem que não sou sozinho, há milhões como eu. É um grito de revolta ou um mero desabafo? Talvez ambas as coisas.

Disse!

quarta-feira, julho 13, 2011

Diversidade

Eu gosto de batata-doce, mas há, por certo, muita gente que não as possa ver sequer – é a diversidade gastronómica.

Se todos fossemos magrinhos e elegantes e não houvessem gordinhos, um tanto mal jeitosos, de certeza, o nosso conceito de beleza seria muito restrito e tacanho, pois viveríamos num mundo insípido e monocórdico sem possibilidade de escolhas. Bolas… que chatice!...

Felizmente que existe o “arco-íris”, com sete cores visíveis, embora, cientificamente, elas sejam resultantes de apenas duas que, ao serem refractadas e reflectidas pelo prisma, se desdobram em todas as outras.

Esta é a verdade e a vantagem da “diversidade”. Em política, como na vida, também assim é. Todavia impõe-se conhecimento e/ou esclarecimento para que se tome a opção (para nós) correcta.

Na vida corrigem-se as más escolhas, mudando de rumo e orientação comportamental. Na política isso faz-se pelo voto, quando é tempo de eleições. Contudo, os erros cometidos contra a Natureza, quando há extinções, são para sempre e não há volta a dar.

Por isso urge que tudo façamos para que a Diversidade continue a ser apanágio e força da e na Natureza.

Cuidemos e incentivemos a (bio) diversidade e, assim, salvaremos o Mundo, dando Vida à Vida!

Esta é tarefa para ser cumprida hoje (agora) e não para ficar para depois, sem tempo definido. Tenhamos disto plena consciência.

terça-feira, julho 12, 2011

A "Crise"...

Olhando e escutando a Comunicação Social dos últimos dias, rapidamente se conclui que o mundo económico europeu e dos Estados Unidos da América está em, assustador e fragoroso, colapso, o que, obviamente, afecta todo o planeta, causando receios de toda a ordem.

Por quê, este estado de coisas?

A ciência, as tecnologias e os conceitos sociais, no século XX, avançaram aceleradamente, o que foi bom, muito bom mesmo. Todavia, essa evolução, criou, na mente dos gananciosos, um pernicioso corrupio em busca do lucro fácil, não havendo escrúpulos em esmagar e destruir valores ancestrais de humanismo e salvaguarda da Natureza que é fonte de vida.

Foram as especulações financeiras; as construções de “elefantes brancos” por todo o lado; o tráfico e consumo de estupefacientes; o sexo sem nexo e foram os endividamentos estúpidos, em algumas futilidades que dão prazer momentâneo, mas que são complemente dispensáveis.

Não há solução?

Claro que há! Contudo é premente e urgente (íssimo) mudar de rumo e ir em frente, arregaçando as mangas da camisa e com o suor a pingar do rosto, para, aproveitando o que ainda resta, e é muito, produzirmos mais sem agiotarmos e tendo, unicamente, como objectivo salvarmo-nos e a tudo o que nos rodeia.

Eu tenho Fé em melhores dias!