segunda-feira, junho 06, 2011

É triste ser assim!...

Há coisas, nesta terra, que não têm (qualquer) justificação e nem, sequer, deveriam acontecer, por não estarem de acordo com a evolução científica e tecnológica que o Mundo (já) atravessa e vive.

Na passada sexta-feira (dia 3), à hora do futebol, por razões, certamente, que a própria razão desconhece, fiquei sem televisão, telefone e Internet. Como ainda tenho um televisor ligado à velha antena e telemóvel, não liguei importância, preferindo, na maior calma e paciência, aguardar a reposição normal do serviço. Pela lógica normal e natural das coisas, era suposto que tal viesse a suceder, aliás como de outras vezes em que a anomalia existiu.

Todavia e, lamentavelmente, depois de ter ligado para as reclamações do serviço em causa, foi-me dito que só dentro de 24 horas tratariam de solucionar o problema. Não bastava o atraso na reposição das ligações, quanto mais ainda, ter de ficar desligado do “Mundo” mais outro dia!...

Na era das novas tecnologias e sem motivo visível, seria humanamente aceitável que tudo fosse resolvido de imediato, sem ter de recorrer a uma (dispensável) reprimenda à pessoa que, do outro lado, atendeu o pedido de ajuda técnica, afim de, como o fez, agilizar o sistema burocrático.

ALELUIA! JÁ TENHO NET, TELEFONE E TV!...

sexta-feira, junho 03, 2011

Força judaica

Israelitas e Muçulmanos, desde há séculos, andam, constantemente, em escaramuças (e mesmo guerras “de tirar olhos”) e, ao contrário do que possa pensar-se, não é (só) por questões de desentendimento religioso, mas sim, por ambos quererem ter hegemonia em territórios da bíblica “Terra Prometida”.

Embora quer judeus, quer árabes sejam fartos em areal desértico o que possuem não lhes basta e vá, então, de se gladiarem afincadamente.

Mormente todo esse esforço bélico, economicamente elevado, Israel, que é um dos mais pequenos países do Mundo, consegue, para vergonha nossa e de outros, ser um dos países, cientifica e tecnologicamente, mais desenvolvidos do planeta.

Não quero e não posso, nem devo ser “má-língua”, no entanto é de perguntar: E nós, perdidos em politiqueiras balofas, o que andamos, por aqui, a fazer?

A preguiça – cremo-lo – é o pior defeito de um homem e mais… de uma nação!

E… nada mais digo!...

quarta-feira, junho 01, 2011

Arte e Cultura

Viseu, embora muitos o não saibam, possui um vasto e belo património artístico/cultural digno de registo, pela sua importância e riqueza estética e conceito ideológico.

Para muita gente, infelizmente, a Arte e Cultura visiense limita-se ao que existe no Museu de Grão Vasco e ou outros e, pronto, tudo fica por aí.

Triste e pobre ideologia sócio-cultural o destas criaturas!...

Este tipo de indivíduos (coitados!) não atravessa a sua terra de olhos abertos a observar o que está à sua frente ou o que os rodeia. E, se quisermos ver, ele há tanta coisa bonita para ver e admirar com gosto e prazer inaudito.

A quem quiser e tiver paciência para tal, daqui para a frente que as tardes de fim-de-semana estão convidativas a bons passeios, eu lhes digo que, sem qualquer escondido interesse, aproveitem e transformem-se em gente curiosa e interessada em ver e conhecer as maravilhas da nossa mui querida cidade.

Conhecer é o caminho certo para, depois, se vir a amar.

segunda-feira, maio 30, 2011

Meras considerações...

E… «não se sai da cepa torta!» – diz-se muitas vezes, querendo afirmar que não existem mudanças em algo ou que se caiu numa rotina fastidiosa e vil.

Pois é o que está a acontecer não só em Portugal, mas em todo o Mundo. Quem é rico goza a sua riqueza e, até, aumenta-a; quem nada, ou muito pouco tem, aperta o cinto e chora as dores da sua míngua, sem vislumbrar saída digna para a sua desgraçada condição.

É um ciclo que retorna ao início como «pescadinha de rabo na boca». Ninguém toma a iniciativa de pegar a dita pescadinha e esticá-la, para que fique estendida afim de ser, devidamente, cozinhada.

Não haverá, por aí, alguém, corajoso e inteligente, capaz de, mesmo com muito esforço e luta, manobrar a roda do leme e pôr o navio numa rota que o leve a bom porto?

Toda a gente se diz óptima e muito capaz de virar o Mundo, porém, depois de alcançar o poleiro, nada mais faz, fica-se pelos louros conquistados á custa da estupidez de quem o pôs no píncaro e... pronto.

O milagre não surge, não por não ser possível, e sim porque, num comodismo atroz e doentio, não há iniciativa, nem vontade para que aconteça. Vai-se de olhos fechados, seguindo, fanática e histericamente, as vozes incompetentes e interesseiras dos que querem, também, ganhar um “Lugar ao Sol”, para, enfim, mandarem untar a barriga com manteiga e viver «à tripa forra».

sexta-feira, maio 27, 2011

Divagações eleiçoeiras

Agitam bandeiras, gritam frases feitas ao vento, rufam tambores e a caravana passa com os líderes a infectarem as fuças com os micróbios de mil beijinhos e abraços sem nexo, mas de salvaguarda de sua imagem “mui querida e bem popular”.

Hipocrisia! Tanta hipocrisia eleiçoeira! Como as pessoas são?! O carneirismo” é assim!

Quase me apetecia ficar por aqui, pois a mensagem está dada. Todavia, por respeito a quem vai lendo e gostando do que escrevo, sempre direi que é por estas manifestações, de falsidade e bastante histeria colectiva, que os partidos e os políticos (nem todos, felizmente) se encontram desprestigiados e, sobretudo, vazios de conteúdo político, social e humano.

Dirão que, desde tempos longínquos, as coisas sempre foram assim. Pois! Pois! Só que – penso eu – ainda existia algum bom-senso, o que, no meio das arruadas deste ano, não se está a topar.

É a campanha dos atropelos; do diz tu direi eu; do remexer nos lodaçais do passado; do abandono dos valores essenciais da solidariedade para com o próximo, mesmo que ele tenha, como toda a gente, cometido os seus erros.

Que vergonha!...

E não se vislumbra mudança de procedimentos verbais, nem de comportamentos, nem de vivências políticas que levem ao vero esclarecimento dos eleitores libertos de “carneirismo” cego e atrofiante.

É o que temos, não o que queremos!...