domingo, maio 23, 2010

Comentários de um Anónimo

Sobre »Falar de Viseu»
Zé, o que tu sabes, também eu sei ! O que tu gostas, também eu gosto! O que tu sentes, também eu sinto! Em suma: Viseu é a cidade que todos os Viseenses devJustificar completamenteeriam conhecer, deveriam honrar, deveriam amar e deveriam propagar, não só pela sua qualidade de vida como por tudo que contém!
Sobre «... A crise...»
Zé, a desorientação vem de há séculos! foi por isso que tivemos que correr mundo e colonizar aqui, ali e além! de assaltantes e piratas passámos a colonizadores e, foi desse jeito que sempre vivemos! era da Índia, do Brasil e de África que tudo nos chegava, para alimentar marqueses e burgueses! já se adivinhava que, acabados todos os ciclos (Índia, Brasil, África) ficaríamos cingidos à Europa do trabalho produtivo e das exigências! quando fomos ajudados para aprendermos a lidar com a nova realidade, pensávamos que o dinheiro era gratuito e a fundo perdido! foi aqui que os nossos políticos e sindicalistas perderam o tino e desarvoram gastando, comendo, gozando e brincando, na perspectiva de que "já cá tenho o meu; agora, quem vier feche a porta"!
Zé, no país dos espertos, quem for burro que estude; quem parte e reparte, se não fica com a maior parte, é tolo ou não tem arte; a trabalhar, não tenho tempo para ganhar dinheiro.
Sobre «A Sujeira na (e da) politica»
Zé, generalizas nuns casos e não generalizas noutros! Parece-me bem não generalizares, porque há sempre excepções!
Agora, sobre "porcos"! Um mestre meu, um dia, disse-me: "não quero nada, com a porca da política!" Esta noção de política e, por conseguinte, de políticos é muito chata, porque de espertos, espertalhóides e espertalhufos se trata! Para tal gentalha, não deveria ser o arganel; deveria ser era a língua cortada, por serem tão mentirosos, vigaristas, vendilhões e f.da p.
Amigo(a) Anónimo(a), ainda que sem poder agradecer, personalisadamente, as tuas amáveis palavras, não deixo de o fazer deste modo. Obrigado meu (minha) "ilustre" desconhecido(a).

sexta-feira, maio 21, 2010

A sujeira na (e da) política

Os porcos, para obterem os seus petiscos predilectos, fossam a terra abrindo sulcos que põem a descoberto raízes e cogumelos subterrados. E nessa tarefa nada os sustém. Daí que alguns dos seus tratadores, como forma de travarem a destruição causada, lhes aponham, na ponta da venta, um arganelo, qual "peercing" que, ao causar dor no acto de fossar, evita a destruição.
Ao que se vê, na política actual (por todo o Mundo), também muitos dos seus agentes precisariam de um arganelo para que deixem de fossar e chafurdar no pântano moral em que estão mergulhados, mas, infelizmente, para estes, sujos e profissionais, fossadores ainda se não inventaram arganelos funcionalmente eficazes e apropriados.
Para os políticos (claro que nem todos) a moral parece que não conta, pois o que importa é, metendo o focinho em toda a porcaria, concretizar os "seus" objectivos, nem que, para tal, se destruam obras e reputações. E o pior é que há quem lhes dê crédito, caindo, estúpida e incautamente, no seu mal-intencionado ardil.
Ó Deus, que Mundo é este???!!!...

quinta-feira, maio 20, 2010

-... A crise....

«...Em casa em que não há pão todos ralham, ninguém tem razão.» - Diz um velho aforismo português, o qual eu transformo: ... e todos dão "bitates", mas ninguém tem soluções para o(s) problema(s).
Efectivamente assim é, nos tempos de crise aguda em que estamos profundamente mergulhados. Todos os partido com os seus políticos "botam bocas": todos os sindicatos e seus dirigentes se "esganiçam em lantiscas" que lembram velhos discos riscados, mas... ninguém diz algo que resolva, de uma vez por todas, aquilo que nos asfixia e pode (quase) matar.
E o mal não é de agora. Há mais de cem anos que Portugal vive desorientado e sem soluções para as suas dificuldades de cariz económico. Houve, refira-se, um periodo de 12 anos (1983/1995) de "vacas (muito) gordas" em que o dinheiro da Europa corria a jorros, mas quem, então, governava não soube aproveitar a ocasião para desenvolver o país, preparando-o para o futuro, de modo a que as crises locais ou mundiais o não afectassem. Nesse período abastado encheram-se bolsos a a quem era da" cor" e que o gastou, num regabofe de autêntico e bacoco "novo riquismo".
Afinal de que nos queixamos?!...

segunda-feira, maio 17, 2010

Falar de Viseu

Pedem-me, alguns habituais amigos e leitores, para dizer mais sobre a minha Cidade de Viseu, crentes de que (talvez), pela minha idade e pelo estudo, eu seja, actualmente (entre os vivos), quem melhor conhece esta urbe em que vivo e me tornei Homem.
Confesso que fico bastante vaidoso por tal confiança em meus conhecimentos citadinos, mas devo confessar também que esse saber (ou saberes) se devem à grande amizade que me uniu aos Drs. Alexandre de Lucena e Vale, Alexandre Alves e aos populares José Alves Madeira, Álvaro Matos, Mestre José Loureiro e ao pintor António Batalha, pessoas com quem privei e com quem, gostosamente, calcorreei, em longas e estudiosas conversas, esta urbe beirã que, afinal, tanto amávamos.
Falar da minha Cidade para dizer mal, não é meu timbre, e, depois, para isso está a Internet cheia de blogues - gente que, a mais das vezes, diz mal porque não sabe fazer outra coisa e, sobretudo, porque não tem conhecimento, nem argumentos para fazer ou dizer melhor.
Quando se diz mal, seja do que for, há que ser construtivo (pedagogicamente construtivo - sublinho) para que os erros (se os há) possam vir a ser corrigidos sem maldade e sem segundas intenções.
E por cá me fico!... Viva a minha (nossa) Cidade de Viseu!!!

sábado, maio 15, 2010

Esperança - valor a salvasguardar

O Mundo vive, nestes tempos, as dores de um tremendíssimo parto em que a ciência é nulo no alívio de tão vasto sofrimento. Mas, como em todos os partos, bem sucedidos, depois será a alegria e a esperança numa vida mais aceitável, porque boa.
Para os (iso e) esotéricos, este momento mais não é do que o cumprir de milenares profecias. «... e depois serão um novo Céu e uma nova Terra, em que o diabo ficará amarrado por mil anos..
É por isso - com essa esperança e certeza - que aqueles que têm as mãos lavadas e alma liberta de pensamentos e sensações escravizantes (mesmo sofrendo como e pelos demais) vão em frente certos de que, "depois da tempestade, virá a bonança".
Agora, como no passado recente, urge cantar "canções de intervenção" que alertem e abram caminho ao tal mundo novo de que falam as profecias.
O "Armagedão", citado no Apocalipse, está à porta e não podemos alhear-nos dessa realidade. Temos sim, é que estar preparados mental e, sobretudo, espiritualmente para o enfrentar com coragem e com a alma aberta, afim de, passado esse difícil instante, sermos os homens e mulheres do "novo Céu e da nova Terra".