terça-feira, agosto 11, 2009

Ainda " Contentamento descomntente!..." :..

Olá Cristina,
Acabaste por me tirar as palavras que não escrevi, mas deixei no ar, para que quem, como tu, é sensível e inteligente, discernisse para além das reticências do final do meu artigo, por isso, partilho com quantos vêm a este cantinho, transcrevendo o teu simpático (e verdadeiro) comentário:
«Digamos que somos uns incansáveis descontentes.
Deveríamos olhar mais vezes para aqueles países onde nunca chove, ou para aqueles onde as cheias são o prato do dia. Principalmente para aqueles onde a guerra é uma constante... se fizéssemos esse exercício diariamente, tenho a certeza de que seriamos mais tolerantes, e descobríamos que, afinal, até vivemos num paraíso.
Falo no geral, claro está.»
Sem mais comentários. As coisas são claras como água!

segunda-feira, agosto 10, 2009

... Contentamento descontente? ou nada?

Não sei se os outros povos também são assim, mas, nós portugueses, somos uns queixinhas. Lamentamo-nos porque chove; porque há Sol a mais; porque as ruas são e4streitas; porque se estão a construir demasiadas auto-estradas e não concordamos com um Governo e quando vem outro tornamos a ficar descontentes e a reivindicar o possível e o impossível.
Afinal que raio de gente somos nós que nada nos vai a gosto e de feição?!...
E tornamo-nos intolerantes e, terrivelmente, mal-educados. Perdemos a noção do cívismo e, o que é bem pior, do bom-senso. É a velha história do "Velho, o rapaz e o burro". «O Povo fala de tudo quer tenha quer não tenha razão!...» Acaba por concluir a história.
Por isso, de forma curta e grossa, eu digo a encerrar esta breve nota:No final de todas as contas, acaba sempre por haver de tudo até aquilo que não deveria nunca existir.
E... ponto final!...

sexta-feira, agosto 07, 2009

Ainda "Escaldão"

Olá Cristina,
Achei graça ao teu comentário, por isso aqui o transcrevo com um beijo de saudação e muita amizade:
«Pois é meu amigo, mudar as mentalidades não é fácil, até porque ter uma cor doiradinha é bem bonito.. .eu gosto!...
Já lá vai o tempo em que eu ficava horas ao Sol, a torrar, mais ou menos como os lagartos. Adorava, e pretendia, claro está, ficar o mais escura possível, o que nunca acontecia, porque a minha pele não dá para mais. Foram muitos os escaldões, até porque naquela época não se falava de protector solar, nem de cancros da pele. A informação a esse nível era escassa ou mesmo nula.
Agora, fujo do sol como o Diabo da cruz, ou melhor: tenho montes de cuidado. Desde que as filhas nasceram que "acordei" e tomo todos os cuidados, talvez até demasiados. Enchemo-nos de protector (sempre factor 50), e fico de ti shert vestida debaixo do chapéu.
Claro que estou branquinha o ano todo, mas assim é melhor
Bem melhor, digo eu! Vale mais ser "copinho de leite" do que sofrer horrores na saúde!

quarta-feira, agosto 05, 2009

Escaldão

Apesar dos imensos avisos, divulgados de todos os modos pelas entidades competentes, ainda há, infeliz e lamentavelmente, quem não tome as devidas precauções e se exponha, voluntária e inconscientemente, ao Sol, acabando, como é óbvio, por apanhar o conhecido escaldão, o qual não só provoca desagradáveis dores como pode vir a ser a porta-aberta para o desenvolvimento de um nefasto e perigoso cancro da pele.
Mas há - repito - quem teime, mesmo sabendo isso, e arrisque em se expor aos raios Ultra Violeta, ao que dizem, por amor à beleza.
Que loucura e que desatino!...
Desgraçadamente, ao que li muito recentemente, existem em todo o Mundo, milhares ( senão milhões) de tanoréxicos (palavra que deriva do verbo inglês "to ton" bronzear-se). E a sua dependência aos raios U.V. é tal que, se o não fazem, entram em total estado de "ressaca".
Que fazer para resolver este gravíssimo problema das sociedades dos nossos dias?
Quem souber que tome as devidas medidas para acabar com tal flagelo!....

segunda-feira, agosto 03, 2009

Espalha brasas

Dizia minha avó paterna que «só os lagartos é que têm sangue frio, pois nós temos sangue vermelhinho e bem quente que quando nos calcam até espirra.»
De facto assim sucede de certo modo. Ninguém gosta de ser, de uma ou de outra forma, tocado em seus brios e vai daí, vem espadeirada física ou, meramente, verbal.
Pobre da loiça que, sem ser culpada de nada, acaba por se partir no ardor das refregas!
A mais das vezes, é necessário possuir nervos de aço para se ser capaz de " engolir sapos vivos" e, sem reacção visível, "ter poder de encaixe" para não responder aos desaforos de que somos vítimas em alguns momentos da vida.
Há quem diga que quem tem sangue frio é vencedor. Acredito que sim! Todavia, prefiro os "espalha brasas", pois deles não vem mal ao Mundo, enquanto que os outros "a pregam pela calada" e, quando menos se espera, aí vem "trolha e rolha que nos abate e machuca".
Dos "caladinhos" é que é que há que ter medo - aprendi, em criança.
Vivam, portanto, os "espalha brasas"!...