segunda-feira, novembro 17, 2008

Ainda grafitis & grafitis, Lda

A minha querida amiga e bloguista Pandora, enviou-me sobre o meu anterior artigo, o comentário que se segue:
«Temos todos direito a isso meu amigo. Há certos gatafunhos que nunca se deveriam apelidar de grafitis, pois isso é uma afronta aos verdadeiros artistas, que os há sim senhor.
Por mim quem gatafunha nas paredes alheias, e mal, deveria ser obrigado a limpá-las á frente de todos, e pedir desculpa em publico, além de ter de fazer trabalho comunitário.»
Mas o pior é que esses marotos não fazem essas »borradas» às claras, logo é quase impossível saber quem foi o sujador de paredes. Não é viável haver um polícia a cada esquina. E fica tudo dito!...

sábado, novembro 15, 2008

Grafitis & grafitis, Lda.

Gosto de grafitis sim, quando são "verdadeiras" obras de Arte que se deviam preservar, de modo a que os vindouros possam usufruir do prazer de quem,hoje, os vê e, sobretudo, quando colocados em lugares adequados, quer no enquadramento da paisagem, quer na globalidade conjuntural de cada momento da história e da mensagem que pretendem fazer passar.
Mas já não digo o mesmo quando são meras porcarias e estragam conjuntos arquitectónicos e panoramicos importantes, pois, nesse contexto, deixam de ser Arte para passarem a ser, só e dolorosamente, poluição visual e, de forma bem vincada, verdadeiros ataques ao bom senso passando a ser autênticos crimes e, por isso, devem ser, implacável e pesadamente, punidos, para que os prevaricadores (actuais e futuros) não sentam mais o desejo de cometer, novamente, tais atentados à estética e à dignidade duma sociedade já, por muitos motivos, deveras ofendida e conspurcada.
Como me parece que fui bem claro, deixo-me ficar por aqui a gritar, calado, todas as minhas preocupações, indignações e revoltas!... Será que ainda tenho direito a isso?...

quarta-feira, novembro 12, 2008

A pressa e a into9lerância não levam a nada

Confesso que cada vez me sinto mais burro, já que não consigo entender de que lado está a verdade em muitos casos dos nossos dias. A intolerância impera por todo o lado. Ninguém é Senhor da verdade, mas ninguém, ao que se vê, pretende (ou se esforça por) a busca de plataformas de entendimento e consensos, capazes de arrumar de vez com os conflitos e com os mal-entendidos de ambas as partes e... «quem se lixa é o mexilhão!» - como muito bem diz o povo.
Estou, é claro - a falar da "questão dos professores e do Ministério". Ambas as partes - à sua maneira - têm razão, todavia nem os sindicatos, nem a Sra. Ministra - talvez por orgulho reciproco - se mostram abertos a um diálogo profícuo e na boa intenção de darem as mãos em prol dos alunos e do próprio país que, com isso, vê a sua imagem democrática seriamente comprometida no conceito das nações. E isso não é nada bom!
Sindicatos, Ministério, deixem-se de intolerância e de arrogância balofa e vejam se chegam a um acordo benéfico a todos os lados: Ministério, Professores e... sobretudo, Alunos!
E se as avaliações só serão aplicáveis em 2012, por quê tanta pressa e tanto alarido? Façam-se as coisas como deve ser, com calma e com autêntico sentido de justiça! Temos ainda muito tempo!

segunda-feira, novembro 10, 2008

A Crise e a Ecologoia

«Por dá cá aquela palha» ou «por um cabelo de velha», quer dizer: por nada de importante, escuta-se dizer que os desequilíbrios ecológicos do nossa Planeta começaram a surgir no aparecimento da Era Industrial e, desde aí, têm-se vindo a agravar ano após ano. Cuido que não seja bem assim, mas desde que o homo-sapiens tomou a terra como coisa exclusivamente sua.
Pois bem, se o panorama do nosso Planeta não é bom com a crise económica mundial que atravessamos, julgo que tudo se poderá agravar, já que os homens irão aumentar a exploração dos solos e subsolos de forma desenfreada, na intenção de reporem, rapidamente, a economia nos níveis anteriores e daí advirá mais poluição e mais desarmonia na Natureza.
Não estou preocupado por mim, pois sou velho e já pouco terei para viver, mas, vinque-se, pelos meus netos biológicos e afectivos, os quais, sem terem culpa de nada, vão, por certo, ter de pagar a factura herdada de seus passados.
Pensemos todos nisto e façamos os possíveis e, mais, os "impossíveis" para que nada destes males previsíveis se torne em realidade!

sábado, novembro 08, 2008

Simples...

- Homem, segue esta regra,
com mui querer e entrega:
Na disputa
pela vida
come a fruta
merecida
quem labuta
com vontade
dignidade
liberdade
e... verdade!