segunda-feira, setembro 22, 2008

Máquinas são máquinas!...

Claro que os computadores vieram resolver muita coisa, mas, pelo que se vê, ainda são falíveis e, apesar dos megas e dos gigas não conseguem substituir totalmente a memória humana (talvez um dia o façam), assim sendo, ocorre-me questionar: O que será das crianças do futuro, quando os seus computadores (portáteis ou não) tiverem falhas?
Dantes até havia aulas e professores de caligrafia(nessa disciplina fui sempre um péssimo aluno), para que a nossa escrita "manual" fosse bem legível.
E hoje os meninos do "Magalhães" será que vão ainda aprender a escrever "à mão", tal como nós? Para que, tal como Aquilino Ribeiro fazia, possam, em qualquer lugar e em qualquer circunstância, possam tirar apontamentos que poderão usar mais tarde?...
Máquinas são máquinas e estão sujeitas a mil contingência imprevistas.... Quem sabe e pode responder a estas minhas humildes e ignorantes dúvidas que o faça! Eu limito-me a lançar achas para a fogueira de forma a que se mantenha bem viva e prestável.

sexta-feira, setembro 19, 2008

De novo Ensino Especial

Há largo tempo escrevi aqui um artigo subordinado ao tema aposto em cima. Esta noite alguém o leu e mandou-me o comentário que reproduzo a seguir:
«Trabalho numa escola (não sou docente) onde existem crianças com deficiências. Posso dizer-lhe que, por vezes, o que torna os professores de ensino especial bons profissionais é a garra e o carinho que dedicam aos seus alunos. Na escola onde estou a professora de ensino especial é fantástica. O mesmo não posso dizer dos outros professores que, na hora das crianças estarem nas suas respectivas salas, os mandam para perto das auxiliares de educação. Esta situação cada vez me revolta mais e deixa-me desiludida... quem diria que pessoas com tantos cursos superiores tenham tanta falta de educação e humanidade... Infelizmente é esta a nossa sociedade. Peço desculpa pelo desabafo.»
Este desabafo - afirme-se, com veemência - é tão pungente e doloroso que nada se deve dizer, ou então - sem papas nja língua diremos simplesmente: Merda, para esses professores que são a vergonha da classe e da sociedade em que estão inseridos!!!

O Fumo e a vida

Li, um dia destes, que as estatísticas dizem que o tabaco, em Portugal, mata mais que o álcool e o cancro, só em 2005 morreram 12 500 portugueses vítimas dos efeitos do hábito de fumar.
Fiquei preocupado não por mim, que nunca fumei, embora, por força da minha profissão de jornalista, tenha sido fumador passivo, mas pelos outros, particularmente jovens que deveriam ter o futuro à sua frente livre de tal "espada de Democles".
Por que se suicida, lenta e silenciosamente, tanta gente neste país em que todos fazem falta e merecem viver por mais tempo? Por que falham as campanhas antitabágicas? Que fazer para travar tão nefastas estatísticas?
Como não sei responder a estas questões, lanço o meu grito de alerta: Atenção, anda por aí um monstro negro, de foice na mão, a ceifar vidas, através do tabaco! PRECAVEI-VOS! DEIXAI DE FUMAR!!!

O Fumo e a vida

Li um dia destes que dizem as estatísticas que, em Portugal, o tabaco mata mais que o álcoo e o cancro. Só em 2005 morreram 12 500 pessoas vitimadas pelo tabaco - melhor - pelas doenças que o mesmo provoca em quem o fuma.
Fiquei preocupado, não por mim que nunca fui fumador, embora, pela minha profissão de jornalista, quando no activo, tenha sido fumador passivo. talvez por isso, tenha estado internado no Hospital de Viseu (durante 5 dias), com uma máscara de oxigénio, porque o meu sangue acusava um défice algo elevado daquele gás.
E esta preocupação leva-me a questionar: se as campanhas não dão o resultado esperado e desejado, então o que fazer? O que é que leva as pessoas a este suicídio lento e com números tão assustadores? Será que as campanhas têm sido mal feitas, para se revelarem assim inócuas? Será que estamos - perdoe-se-me esta agressividade - todos tão estúpidos que não vemos isto?

quinta-feira, setembro 18, 2008

Um comentário ou outro ponto de vista sobre o mesmo tema

«Curiosamente ainda hoje lhe mandei um email sobre sapatos apertados, sem no entanto este ter algo a haver com, este seu pensamento.
A propósito disso, se todos nós deitássemos fora as pedras que entram nos nossos sapatos, seriamos muito mais felizes.»
Este comentário ao meu artigo anterior, foi-me enviado, pela querida amiga Cristina e, só por só, diz tudo!