Li um dia destes que dizem as estatísticas que, em Portugal, o tabaco mata mais que o álcoo e o cancro. Só em 2005 morreram 12 500 pessoas vitimadas pelo tabaco - melhor - pelas doenças que o mesmo provoca em quem o fuma.
Fiquei preocupado, não por mim que nunca fui fumador, embora, pela minha profissão de jornalista, quando no activo, tenha sido fumador passivo. talvez por isso, tenha estado internado no Hospital de Viseu (durante 5 dias), com uma máscara de oxigénio, porque o meu sangue acusava um défice algo elevado daquele gás.
E esta preocupação leva-me a questionar: se as campanhas não dão o resultado esperado e desejado, então o que fazer? O que é que leva as pessoas a este suicídio lento e com números tão assustadores? Será que as campanhas têm sido mal feitas, para se revelarem assim inócuas? Será que estamos - perdoe-se-me esta agressividade - todos tão estúpidos que não vemos isto?
sexta-feira, setembro 19, 2008
quinta-feira, setembro 18, 2008
Um comentário ou outro ponto de vista sobre o mesmo tema
«Curiosamente ainda hoje lhe mandei um email sobre sapatos apertados, sem no entanto este ter algo a haver com, este seu pensamento.
A propósito disso, se todos nós deitássemos fora as pedras que entram nos nossos sapatos, seriamos muito mais felizes.»
Este comentário ao meu artigo anterior, foi-me enviado, pela querida amiga Cristina e, só por só, diz tudo!
A propósito disso, se todos nós deitássemos fora as pedras que entram nos nossos sapatos, seriamos muito mais felizes.»
Este comentário ao meu artigo anterior, foi-me enviado, pela querida amiga Cristina e, só por só, diz tudo!
quarta-feira, setembro 17, 2008
S os sapatos apertam...
Era eu rapazinho ainda imberbe e, não me lembro a propósito de quê, Mestre Aquilino Ribeiro, com quem me orgulho de ter podido privar, disse-me, simplesmente: «Quando uma pedra entrar na tua bota e te magoar o pé, não te acanhes, com vergonhas balofas e preconceituosas, descalça-a e sacode-a para o chão. Se alguém torcer o nariz, ignora. O mais importante é que tu fiques bem!»
Como não sou de todo pêco de entendimento, nem de ideias, logo percebi a mensagem e, como ele me ensinou, fui sempre em frente, mesmo que isso não agradasse aos que se julgavam ou julgam os donos de tudo.
Se for para meu bem físico, mental e psicológico, por que não, pôr de lado os complexos e as regras duma etiqueta snobe e mesquinha e aliviar-me do que possa incomodar?
Sapatos apertados. Não, Obrigado!
Eu quero ser livre e seguir o meu caminho sem que nada me aperreie ou magoe!...
Como não sou de todo pêco de entendimento, nem de ideias, logo percebi a mensagem e, como ele me ensinou, fui sempre em frente, mesmo que isso não agradasse aos que se julgavam ou julgam os donos de tudo.
Se for para meu bem físico, mental e psicológico, por que não, pôr de lado os complexos e as regras duma etiqueta snobe e mesquinha e aliviar-me do que possa incomodar?
Sapatos apertados. Não, Obrigado!
Eu quero ser livre e seguir o meu caminho sem que nada me aperreie ou magoe!...
terça-feira, setembro 16, 2008
Ainda sobre Feiras...
A propósito do meu artigo "Feiras por quê? E para quê?" a minha amiga Cristina (Pandora) disse, simplesmente:
«Eu nunca vou á feira semanal.
Que me perdoe quem lá vai e gosta, mas eu não tenho nem paciência, nem gosto de por ali andar a vasculhar e regatear com os feirantes.
As poucas vezes que por lá passei com uma amiga , não achei os preços nada baratos,com a agravante de, depois, termos de acartar com tudo o que possamos querer nas mãos e andar aos encontrões com pessoas menos educadas que as há por todo o lado. Por isso acabo por concordar consigo, e vou ao comércio tradicional.
Polémicas aparte, não me importo com o que os outros pensam do que eu penso.»
Ainda que haja quem assim não pense, é claro que tenho razão!
«Eu nunca vou á feira semanal.
Que me perdoe quem lá vai e gosta, mas eu não tenho nem paciência, nem gosto de por ali andar a vasculhar e regatear com os feirantes.
As poucas vezes que por lá passei com uma amiga , não achei os preços nada baratos,com a agravante de, depois, termos de acartar com tudo o que possamos querer nas mãos e andar aos encontrões com pessoas menos educadas que as há por todo o lado. Por isso acabo por concordar consigo, e vou ao comércio tradicional.
Polémicas aparte, não me importo com o que os outros pensam do que eu penso.»
Ainda que haja quem assim não pense, é claro que tenho razão!
segunda-feira, setembro 15, 2008
Mirita Casimiro e... Artistas viseenses a não esquecer
Se há figura que os viseenses melhor conhecem, por via do cinema primeiro e da televisão mais tarde, é, sem sombra de dúvida, a actriz Mirita Casimiro, que até tem um auditório (a entrar brevemente em obras de manutenção, restauro e modernização) na Cidade de Viseu, onde a ilustre artista e seus, não menos iliustres, irmãos nasceram.
O meu amigo Almiro Costa - o "bom patife das músicas" - pediu-me que escrevesse a letra para uma marcha que honrasse aquela ilustre figura de Viseu. Deitei mão, sem plágio de qualquer espécie, apenas adaptando, um poema/carta de alguém que brincou, no Largo do Mocho (Praça D. João I) ou na Cruz de Pedra (imediações da Rua dos Casímiros) com ela e com os irmãos dela.
Esse poema de "Beirão de Jolicardo" (pseudónimo de José Lemos Cardoso) foi publicado num periódico de Viseu, corria o ano de 1935 e consta da sua "Obra Poética I", livro que tive o gosto de editar há anos, já que o poeta era meu tio materno e morreu, em Mocuba - Moçambique, em 1938/9, com vinte e poucos anos de idade.
Desta forma singela, mas sincera e sentida, aqui tiro o meu chapéu aos filhos ilustres da "antíqua e mui nobre cidade" de Viseu.
O meu amigo Almiro Costa - o "bom patife das músicas" - pediu-me que escrevesse a letra para uma marcha que honrasse aquela ilustre figura de Viseu. Deitei mão, sem plágio de qualquer espécie, apenas adaptando, um poema/carta de alguém que brincou, no Largo do Mocho (Praça D. João I) ou na Cruz de Pedra (imediações da Rua dos Casímiros) com ela e com os irmãos dela.
Esse poema de "Beirão de Jolicardo" (pseudónimo de José Lemos Cardoso) foi publicado num periódico de Viseu, corria o ano de 1935 e consta da sua "Obra Poética I", livro que tive o gosto de editar há anos, já que o poeta era meu tio materno e morreu, em Mocuba - Moçambique, em 1938/9, com vinte e poucos anos de idade.
Desta forma singela, mas sincera e sentida, aqui tiro o meu chapéu aos filhos ilustres da "antíqua e mui nobre cidade" de Viseu.
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