terça-feira, setembro 09, 2008

Que é da Espiritualidade?!...

Se Cristo viesse à terra, por certo dobraria uma cordas e zurziria, sem contemplação de qualquer espécie, nos actuais "vendilhões do templo". E eles são tantos!...
Quando chegamos a qualquer santuário deste país (não importa qual), que deveriam ser lugares de profunda elevação espiritual - na busca da transcendência Sublime da comunicação com a Divindade em que acreditamos -, o que vemos são lojas de venda das coisas mais dispares e sem nexo, ou são bancas/tendas com amontoados de objectos para mercantilizar.
E, o pior, muitas vezes é que esses"negócios" existem e persistem com o aval de quem deveria estar bem distante deles, pela sua função e missão de (re) ligador da terra ao Céu.
A corrupção - digo, a necessidade de culto ao "deus dinheiro" - é tal que ninguém lhe escapa.
É triste que seja assim e, por isso, ocorre-nos demandar: Foi para isto que Jesus se imolou pelos Homens? Que é da Espiritualidade que Ele pregou e nos legou? Valeu a pena o Seu sacrifício?
Assim, do alto da minha catedra de Homem de Fé, eu grito a plenos pulmões: Se não se arrepiar caminho, pereceremos todos ao som das bombas que continuarão a estoirar por todo o Mundo e das pestes que corroem a nossa alma de reles "vendilhões" da nossa própria alma!...

sexta-feira, setembro 05, 2008

Afinal, não estou só!

Sobre a mensagem anterior, a minha amiga Cristina (Pandora) comentou:
«Apoio-te totalmente querido amigo, os políticos são uma raça em vias de desenvolvimento desordenado e triste que nos inunda de raiva e desalento. Infelizmente são eles que gerem o país.»
Não sou tão radical, pois, como em tudo, entre gente má, também há quem não seja mau de todo...

Hipocrísia dos políticos

«Para onde fores leva Deus no coração.» - Ensinou, há quase 5 000 anos, o filósofo e político oriental Confúcio. Queria dizer com isso, que não devemos nunca desviar-nos da essência que nos foi legada pela Energia Transcendental (a que chamamos Deus), de que provimos, e que, com toda a simplicidade, se chama Amor.
Amor! Esse é o espelho em que temos de nos olhar para nos vermos e corrigirmos a nossa postura e, assim, parecermo-nos e sermos realmente amor, porque filhos predilectos dessa mesma divindade que deve (tem de) estar sempre presente no nosso coração e saltar para a vida nas nossas atitudes de cada hora.
O Amor é a regra fundamental na actuação dos políticos que a propagandeiam incessantemente, mas que, infeliz e lamentavelmente, numa hipocrisia arrepiante, não cumprem. Pois amar é dar e é servir e não, como muitos dos políticos fazem, receber e/ou servir-se do poder que têm na sua mão tão aperrada por tal espasmo. que não são capazes de a entreabrir em dádiva serena de entrega aos outros, aos que os elegeram, porque neles confiaram.
- Merda para os políticos e para a política partidária! - Deixem-nos gritar a plenos pulmões.

quarta-feira, setembro 03, 2008

Sonho, realidade... ou profecia?

Sem procurar nada, muitas vezes, tenho sonhos que me levam a ser o que não sou e a ir onde nunca fui e, depois (pouco ou muito tempo, não importa) quedo-me impressionado, quando aquilo que sonhei se torna em realidade. Creio que, afinal, este fenómeno não é só meu, mas de todo o Ser Humano.
Dizem os esotéricos que isso é o dom da profecia, latente em todas as criaturas humanas, a saltar cá para fora. Confesso que já acreditei nisso, todavia e para meu bem. hoje tenho um outro conceito, mais racional e cientificamente mais plausível, porque eivado de outra lógica e forma de expressão.
A mente humana é um vaso receptor de informação, directa ou indirecta, e tudo o que é recolhido é, involuntariamente, tratado, nas horas de grande relaxamento (por exemplo, durante o sono ou em momentos de meditação profunda), pela grande máquina que é o nosso cérebro e... surgem, então, os resultados de toda a amalgama de dados guardados: as precognições (vulgo profecias). Daí ao "deja vu" é um saltinho de pardal.
Quero com isto dizer que é preciso estar atento e deixar de ser fanático do chamado ocultismo, crendo em coisas que mais não são do que regras da teoria "causa e efeito".
«E esta hein!...» - diria o nosso amigo Fernando Pessa.

segunda-feira, setembro 01, 2008

Ainda há quem nao queira a Liberdade

Por isto e por aquilo, ouvem-se queixas, fazem-se manifestações, reivindicam-se direitos, etc., etc., mas ninguém se lembra de que há trinta e cinco anos tal não era possível, sob pena de irmos parar às prisões de Caxias ou de Peniche ou (o que era bem pior) ser deportado para o Tarrafal, donde muitos não saíram com vida.
É por isso que me sinto revoltado e dorido, quando ouço, novos e velhos, dizerem que o que cá faz falta é o Salazar. Sinceramente!... Que incongruência e que falta de juízo!... Então não é bem melhor haver liberdade de expressão?...
Sem liberdade, não existe decência de vida, mesmo que com dificuldade de emprego, educação, saúde, justiça e outras coisas. Se não tivéssemos o gozo da Liberdade, eu não estaria aqui a dizer estas coisas.
Como é possível que haja sandeus que não vêem esta realidade e continuam a louvar um passado que nos atrasou perante a Europa e perante as nações mais evoluídas do Mundo?
Viva a Liberdade e quem a promoveu e a promove!!!